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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Passo a publicidade


Não tenho bem a certeza, mas já lá vão mais de 10 anos. Sim, pelo menos há uma década que compro a revista Marie Claire Idées, apenas para me deliciar com a beleza das suas páginas. Cor, beleza, harmonia, criatividade, simplicidade e qualidade, tudo numa só edição - e são apenas quatro por ano, uma por cada estação do ano - em páginas que se percorrem à velocidade com que devoramos as coisas boas e saborosas do dia-a-dia.
Mais do que uma revista de decoração e sugestões criativas, as suas páginas transportam-nos para uma verdadeiro estilo de vida, onde o bom gosto é a palavra de ordem.
Felizmente há coisas boas capazes de durar uma eternidade e de dar à vida um sabor especial.
By the way, a última edição - Especial Flores - já está por aí! Deixem-se contagiar!


terça-feira, 25 de novembro de 2008

Inadiável

O número de crianças institucionalizadas em Portugal é assustador. E crescente. Mas mais assustador é pensar que a esmagadora maioria delas não terá nunca um colo, só seu, à sua medida, para nele se resguardar. E não é disso que todos nós mais precisamos, ao longo das nossas vidas? Quantas vezes gritamos, por dentro, ao longo do nosso dia: ADOPTA-ME?
"Cuidar dos novos não pode ser mais uma questão esquecida. É, hoje em dia, uma prioridade nacional, independentemente de qualquer orientação politica. Caso contrário, estaremos a desperdiçar o potencial de gerações inteiras. O grau de desenvolvimento de um país também se mede pela forma como se protege e estimula as suas crianças e adolescentes!
Para que a mudança seja possível, faz falta o que sempre faltou: conjugação de vontade politica, disponibilidade económica e conhecimento cientifico. Sem isso, a nossa cultura de infância é um puro esquecimento. Ou pior, uma tremenda ignorância. E isso é tudo o que não podemos desejar." (in Olha Por Mim, de Pedro Strecht; crónica: Prioridade Nacional)
Há tanto tempo que já o sabemos... De que é que andamos à espera?


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Direitos e Deveres



Se é verdade que nem toda a gente gosta de ter animais de estimação é também verdade que há quem só não os tenha por reconhecer a enorme responsabilidade que isso acarreta. Um espaço adequado e condigno em casa, alternativas de cuidados para os tempos de férias ou ausências prolongadas, alimentação e cuidados de saúde.


Poder partilhar a vida com um animal é um privilégio, mas um privilégio que acarreta deveres de que não temos o direito de nos descartar.


Um amigo de bigodes, que durante 11 anos compartiu o espaço e os afectos lá por casa, partiu num dia quente deste Agosto. Nunca deu trabalho ou despesas extra. No dia em que nos assustou, com suplicantes miados de ajuda, não coloquei outra hipótese que não fosse leva-lo, rapidamente, para os braços que melhor o pudessem ajudar. Foi a primeira e talvez a única experiência, mas reconfortou-me perceber que no hospital veterinário aquele paciente era "tratado como gente", ou seja, com a dignidade que a sua condição e a sua fragilidade exigiam. Como seria bom ter constatado, em tantas visitas a hospitais de gente, o mesmo comportamento. Não pus em causa, por um segundo que fosse, a despesa a realizar com aquele internamento. Era um dos nossos! Para os nossos, sempre o melhor!


Veio o dia seguinte e a noticia que menos nos apetecia ouvir.


Sim, sabíamos que um dia seria assim. Mas já?


Sabem que as pessoas que trabalham nestes sítios sentem a tristeza um desfecho assim? E que nos agarram na mão manifestando cumplicidade?


Formalizou-se o processo, fechou-se a conta. Muito? Não. Ele merecia tudo o que teve. Mas porque, felizmente, há muitos anos nos obrigaram a pensar que os animais têm direitos e que nos obrigam, por isso, a um sem numero de deveres, seria talvez justo que o cumprimento desses deveres fosse reconhecido. E se sou obrigada a cuidar e assistir porque é que a respectiva despesa não pode ser reconhecida como indispensável e tributada como tal? Confesso que nunca tinha pensado nisso. Mas há quem o tenha feito e por isso está a correr uma petição nesse sentido.


Custar, não custa nada. Se acharem lógico e justo é só aceder e assinar.



























sexta-feira, 17 de outubro de 2008

A brincar a brincar...





E se, a brincar a brincar, descobrisses um livro que, de A a Z percorresse os nomes de meninos e meninas que conheces e que, talvez, até andem lá por casa? E se o abrisses e descobrisses dentro dele um mundo de coloridas e divertidas ilustrações capazes de nos contagiar pela cor, movimento e forma? Eu já descobri, e gosto de partilhar (alguns) segredos!... Logo à noite sei que vai ser mais fácil!!!! ;-)